
Futuros enfermeiros passam a falar para o boneco.. que responde.

Os Estágios de Sócrates
Numa medida anunciada para combater o desemprego, o primeiro-ministro José Sócrates anunciou um aumento dos estágios profissionais para os 40 mil, este ano. São mais 15 mil relativamente a 2008. O anúncio teve lugar durante uma visita a uma multinacional, na região da grande Lisboa, onde José Sócrates lembrou que há 21 mil pessoas em estágios ou formação profissional e 38 mil candidaturas em espera." Fonte rtp
Com quase meio milhão de desempregados (sem contar com aqueles que estão no desemprego, mas não estão inscritos no centro de emprego), em Portugal, a juntar a muitos milhares com emprego precário, não me parece que estágios sejam a solução para este mal social. Neste país há muitos montes e matas por limpar, tanta gente desempregada, outros em casa a receber o rendimento minimo sem nada para fazer e o país a arder em chamas, enfim é o nosso país... Penso que este governo já deu o pouco que tinha para dar.
Pensamento do dia
Só mesmo neste país!! Vêm aí os Paramédicos!!
Por enquanto só os terrenos estão assegurados, no Porto, mas, no próximo ano, o Executivo quer lançar os primeiros cursos. Mal tomou posse, o presidente do INEM defendeu que o país precisa de paramédicos, uma carreira que existe noutros países mas, por cá, a ideia foi chumbada pela Ordem dos Médicos. A escola é para formar técnicos de emergência médica. Só depois se verá se poderiam, por exemplo, trabalhar nos hospitais. Em declarações à Renascença, Abílio Gomes confirma que é um projecto para avançar pela necessidade de existir uma estrutura que tenha capacidade para certificar todos os cursos de emergência médica e dar resposta ao volume das necessidades”. Por enquanto ainda não está definido se a Escola Nacional de Emergência Médica vai ser uma possibilidade para quem termina o 12º ano e qual será a duração dos cursos." Fonte RR
Sindicato de Enfermeiros avança com pré-aviso de greve
Os enfermeiros esperaram até hoje por uma contra-resposta por parte do Ministério da Saúde em relação ao estatuto da carreira. (...)
Este processo negocial da carreira não pode arrastar-se por tempo indeterminado, até porque vamos ter processos eleitorais», disse, sublinhando que «o Ministério da Saúde já devia ter concretizado todo o trabalho preparatório deste processo»." Fonte: TSf
(...)"A greve vai ter início às 00:00 de quinta-feira, dia 2 de Abril, e termina no turno da tarde do dia seguinte, que varia consoante os estabelecimentos de saúde, segundo aquele responsável.
A última greve dos enfermeiros, por causa das carreiras, teve lugar há menos de um mês, a 20 de Fevereiro (...)
Além da greve, o SEP pretende que sejam realizadas outras formas de luta pelos enfermeiros, mas só vão ser decididas na próxima quinta-feira na reunião da direcção do sindicato.
"Estão vários formas de luta em cima da mesa: vigílias, concentrações, manifestações", adiantou José Carlos Martins.
Este responsável explicou que os enfermeiros estão empenhados em conseguir uma reestruturação das suas carreiras "até Setembro ou Outubro", razão pela qual não esperam pelo fim das negociações com o governo para encetar formas de luta. (...) Fonte oje
Manual Urgência/Emergência e Trauma da ARS Centro
2 centenas? mais de 1000?
"Perto de duas centenas de enfermeiros concentraram-se frente ao Ministério da Saúde, em Lisboa, munidos de apitos, para protestar contra a proposta do Governo de reestruturação da carreira
O sindicato espera que esta proposta chegue até à próxima segunda-feira, caso contrário, emitirá na quarta-feira um pré-aviso de dois dias de greve que deverá acontecer na semana entre 30 de Março e 3 de Abril." Fonte: CM
Meus amigos assim não dá... Afinal não há desemprego em Enfermagem.
Pós Graduações
É neste contexto que cria o Departamento de Formação Pós-Graduada em Saúde, visando apoiar subsidiariamente o desenvolvimento contínuo de cada Profissional de Saúde.
Destina-se em particular, mas não exclusivamente, à área da enfermagem." É nesse sentido que terão lugar 2 Pós Graduações:

Investigadores portugueses 'reeducam' linfócitos

Estudo foi realizado na Faculdade Medicina de Lisboa
Investigadores portugueses descobriram como se pode identificar e controlar células imunitárias (linfócitos T), o que pode abrir novas perspectivas na imunoterapia do cancro e das doenças auto-imunes.
Estas células são responsáveis pela defesa do organismo contra infecções ou pelo desenvolvimento de doenças auto-imunes. A descoberta feita vem com o objectivo de controlar os linfócitos T para actuarem contra infecções e não para promoverem doenças como a diabetes.
O estudo, realizado em Portugal por investigadores da Unidade de Imunologia Molecular da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa e em colaboração com equipas estrangeiras, foi ontem publicado na edição online da prestigiada revista científica Nature Immunology.
"Descobrimos uma maneira de diferenciar duas populações de linfócitos T que produzem factores com actividades biológicas distintas", disse o responsável pela equipa de investigação, Bruno Silva Santos.
Os linfócitos T são glóbulos brancos produzidos no timo (órgão situado sobre o coração) que nos defendem contra infecções e tumores. Contudo, também podem ter efeitos indesejáveis, sobretudo se atacarem as nossas próprias células, o que origina doenças como a diabetes ou a esclerose múltipla (chamadas doenças auto-imunes). "A relevância do nosso estudo está em termos identificado uma forma nova e definitiva para discernir entre as células T protectoras e as que induzem doenças auto-imunes", esclarece Julie Ribot, primeira autora do estudo e investigadora na Unidade de Imunologia Molecular do IMM.
"Sabemos agora que manipulando a proteína CD27 (proteína que pode manipular as células-mãe comuns presentes no timo) à superfície das células T podemos modificar o seu rumo", completa Bruno Silva-Santos. E acrescenta: "O processo que identificámos funciona como uma "reeducação" das células T dos ratinhos e abre perspectivas na imunoterapia de doenças inflamatórias e autoimunes." Fonte DN
2 pesos 2 medidas!!

Presente no encontro, como os sindicalistas tinham reclamado, a ministra acabaria por responder afirmativamente às três exigências nucleares dos sindicalistas: comprometeu-se a integrar num único diploma os princípios gerais a que deve obedecer a revisão das carreiras e as questões ligadas à qualificação médica, aceitou que o novo documento não integre matérias que são do âmbito da contratação colectiva (...) e não pôs de parte a hipótese de haver uma contratação colectiva única." Fonte: Público
Vamos à luta!!!

"'Da nossa parte, não há cedências: continuamos a exigir um diploma de carreira, regulamentado não só para os actuais enfermeiros, mas também para futuros, com uma única categoria, e continuamos a exigir um salário ao nível de qualquer licenciado, porque os enfermeiro não são licenciados de segunda categoria', reiterou José Carlos Martins" link Fonte: Correio da Manhã
Carta para o Presidente da Republica (link - cliquem aqui)
Carta ao Governo (link - cliquem aqui)
Ministra: Ana Jorge Morada : Av. João Crisóstomo, 9, 6º -1049-062 Lisboa
Tel.: 213 305 000 Fax: 213 305 175Correio electrónico: gms@ms.gov.pt. Deste modo, voltamos a mostrar toda a nossa indignação. Várias foram as promessas sucessivas de que Enfermagem veria ser reposto o seu valor a carreira de Licenciados. Já estamos fartos de esperar, por isso deixamos este documento que caso assim entenderem só têm que assinar e enviar por mail ou fax para o Ministério da Saúde.
EU, INDIVIDUALMENTE, TAMBÉM CONTESTO!No passado dia 20 de Fevereiro, durante a Greve Nacional de Enfermeiros, a Sra. Ministra da Saúde anunciou e, finalmente, concretizou o envio, aos Sindicatos, da proposta reformulada, cujo compromisso tinha assumido no dia 29 de Dezembro de 2008.Na proposta constato, e no que diz respeito a estes 4 princípios:
2 - UMA CARREIRA COM UMA ÚNICA CATEGORIA – a Sra. Ministra ao manter uma proposta com duas categorias, insuficientemente justificada com supostos conteúdos funcionais diferentes, contrários ao que hoje está legalmente consagrado no REPE, no Decreto de Lei que transforma a formação dos enfermeiros em Licenciatura e no Código Deontológico revela apenas ter um objectivo: IMPEDIR O DESENVOLVIMENTO DOS ENFERMEIROS NO LEQUE SALARIAL QUE O ACTUAL GOVERNO CONSIDEROU SER O MAIS JUSTO PARA REMUNERAR OS LICENCIADOS.
3 - DESCATEGORIZAÇÃO DOS ACTUAIS ENFERMEIROS DA ÁREA DA GESTÃO – se a anterior proposta já era por nós considerada uma vergonha e um “atentado” à profissão, para esta só encontramos adjectivos num léxico pouco propício. Aos enfermeiros que estão, hoje, nas categorias de gestão da actual carreira de enfermagem, independentemente do que se tenha de reflectir sobre as práticas profissionais, foi exigido sempre concursos de acesso às categorias superiores; no acesso à categoria de enfermeiro graduado até 1988 para além do concurso era exigido um exame escrito de estudo obrigatório de 12 temas dos quais era escolhido 1 pelo júri. Para acesso à categoria de Enfermeiro Especialista era exigido, até 1991, nota positiva no exame de acesso à especialidade (a partir desta data passou a ser exigido a avaliação curricular), frequência da especialidade e posterior concurso de acesso à categoria, primeiro com exame escrito e depois com apreciação curricular. Para acesso à categoria de Enfermeiro Chefe e Supervisor era necessário a frequência dos cursos de Administração, concurso, apreciação e discussão curricular e, em muitos casos, avaliação do perfil psicológico. É DE TODO ESTE PERCURSO, INTRINSECAMENTE LIGADO AO DESENVOLVIMENTO DA PROFISSÃO que não é de todo admissível esta proposta da Sra. Ministra.
4 - GRELHA SALARIAL – é inadmissível que a Sra. Ministra esteja a propor aos enfermeiros uma remuneração de ingresso na actividade abaixo daquela que o Governo, por lei, consagrou para os restantes Licenciados da Administração Pública. É intolerável que a Sra. Ministra apresente uma proposta que coloque o topo da carreira dos enfermeiros abaixo do topo da actual carreira de técnico superior. É insustentável que a Sra. Ministra queira perpetuar a discriminação do reconhecimento do valor social do trabalho dos enfermeiros e, mais grave, que inadmissivelmente diminua, na proposta que se pretende para e com futuro, as expectativas de desenvolvimento salarial quando a comparamos com a actual Carreira de Enfermagem.Porque o que está em causa é a Profissão de Enfermagem e o seu Desenvolvimento;Porque o que está em causa é o reconhecimento do grau académico e do valor social da profissão;Porque não posso continuar a aceitar qualquer tipo de discriminação para e entre os enfermeiros, quer já estejam no exercício ou para os futuros,CONTESTO E REPUDIO VEEMENTEMENTE A PROPOSTA QUE NOS ENVIOU!
Manual do INEM

Manual de ALS: http://www.megaupload.com/?d=4MYFTZSY
Manual Clinical procedement http://www.megaupload.com/?d=DCZ6EY34
Tabela Remuneratória para os Enfermeiros - Novas Lutas
A transição é feita de 5 em 5 anos (sim, só após 15 anos de serviço estaremos ao nível do primeiro grau de professor!) se houver cabimento orçamental!!!! (...)

ANEXO II - Reposicionamento na nova Grelha Remuneratória (façam corresponder a vossa actual categoria e índice remuneratório ao nível correspondente para obter a reposição, e consequentemente a remuneração proposta).
Fonte: Doutor Enfermeiro
Simplificando:

O que fazer para tentar alterar esta proposta vergonhosa?
