Aborto

Recebi este e-mail, que passo a partilhar com todos. É um vídeo sobre o Aborto, para reflectir. Contém imagens impressionantes não recomendadas a pessoas mais sensíveis. Poderá escolher o áudio em inglês ou espanhol, se conseguir veja até ao fim...

(clique na imagem)


REUNIÃO NEGOCIAL 27 ABRIL


Decorrente da reunião negocial com a CNESE a 15 de Abril, o Ministério da Saúde (MS) remeteu uma NOVA VERSÃO DO PROJECTO DE DIPLOMA a 22 de Abril, que hoje (27.Abril) esteve em negociação. Assim:

1 – Âmbito de Aplicação
MS informou: Já houve uma reunião entre os Ministérios da Saúde, Trabalho e Finanças (e hoje decorre outra) no sentido de perspectivar qual a melhor solução jurídica que viabilize a aplicação da mesma Carreira aos CTFP e CIT (a ver na próxima reunião negocial).

2 – Estrutura e Desenvolvimento Profissional
A – Deveres Funcionais (ex-art.º 5º): MS aceitou proposta da CNESE, de ser retirado;
B – Conteúdos Funcionais (art.ºs 6º e 7º): CNESE propôs várias alterações. MS aceitou e aguarda Proposta integral da CNESE;
C – Categoria de Enfermeiro Principal: MS aceitou a designação de Enfermeiro Gestor (art.º 4º); CNESE evoluiu para 12 anos de exercício profissional como requisito de admissão (art.º 8º, n.º 2, al.b) em oposição aos 15 anos de exercício após a obtenção do título de Enf.º Especialista proposto pelo MS. MS não vê problemas, vai ponderar.
D – Exercício de funções de Enfermeiros ao nível dos Departamentos e Unidades de Gestão (art.º 13.º): CNESE reafirmou Proposta: i) designação de Enf.º Supervisor. MS aceita uma designação, a ponderar; ii) âmbito de recrutamento: além de Enf.º Gestor é alargado aos Enf.ºs com título de Enf.º Especialista. MS: “não choca…já tinham pensado”; iii) processo de recrutamento: por concurso. MS vai ponderar; iv) exercício de funções: comissão de serviço automaticamente renovável, fixando as condições de não renovação. MS vai ponderar; v) Fixar vencimento neste Diploma. MS aceita e montante a ver; vi) fixar conteúdo funcional. MS vai ponderar.
E – Regulação da Assessoria Especializada (Controle e Infecção Hospitalar, Gestão do Risco, Qualidade, etc): CNESE reafirmou a sua proposta. MS vai ponderar.

3 – Outros aspectos
A – Regimes, Duração e Organização do Tempo de Trabalho – Regimes Trabalho/Horários/Complementos, etc (art.º 12º): CNESE ficou de remeter proposta integral.
B – Formação Profissional (art.º 15º): CNESE propôs 15 dias úteis/ano. MS vai ponderar.
C – Período Experimental (art.º 14º): CNESE vai remeter proposta e MS disponível para reduzir os 240 dias (8 meses).

4 – Estrutura e Desenvolvimento Salarial e Transição
A – A actual Posição 1 proposta pelo MS (Nível 11 = 995 Euros) sai deste diploma. MS aceitou regular, entre outras matérias laborais, a remuneração do Exercício Profissional Tutelado (EPT) na respectiva Portaria. A Posição 1 proposta pelo MS passa agora, formalmente, a ser o Nível 15 = 1 201 Euros, para início de discussão.
B – Sobre as restantes matérias, o MS assumiu que não tinha, nesta reunião, qualquer evolução de posição.

DESENVOLVIMENTO DO PROCESSO NEGOCIAL
1 – Avaliação do Desempenho – 1.ª reunião do Grupo de Trabalho a 28.Abril
2 – Carreira de Enfermagem: Nova reunião a 7. Maio
Até 7.Maio a CNESE remete as respectivas Propostas
A reunião de 7.Maio é centrada nas Questões Salariais e Âmbito de Aplicação

Colegas
Face ao “andamento do processo negocial” é FUNDAMENTAL QUE TODOS se envolvam, mobilizem e participem, a 12 de Maio, no Dia Internacional do Enfermeiro, comemorando na MANIFESTAÇÃO NACIONAL DA ENFERMAGEM PORTUGUESA.

Fonte: Doutoerenfermeiro


Ponto de situação da negociação da carreira de Enfermagem

Porque ainda não temos uma carreira? Pergunte ao Sr. Primeiro-Ministro.


O maravilhoso mundo na Enfermagem

Caros colegas como alguém já afirmou: “as revoluções devem começar por dentro...”. É neste sentido que venho expor mais uma “pequena” situação, que se vive no mundo de Enfermagem em Portugal. Recentemente pensei em fazer uma pós-graduação em Urgência/Emergência. Numa rápida pesquisa pelo Google deparo-me com 2 opções: uma em Viseu na ESSViseu (onde me formei), e uma em Lisboa (onde trabalho)na UATLA. Qual não é o meu espanto (se bem que neste mundo de Enfermagem já nada me espanta), quando reparo na diferença de carga horária e plano curricular. Como é possível? Para quando um plano de estudos comum para todos os cursos de licenciatura, pós-graduações em Enfermagem. Em conclusão, resta-me esperar um dia ir trabalhar para o S. Teotónio de Viseu e tirar a pós graduação em Urgência/Emergência na minha antiga escola.

P.S – Não quero com isto por no ar de novo a velha questão “escolas públicas vs escolas privadas”! Quero apenas alertar para o facto de que não é só necessário uma nova carreira. A nossa profissão tem que se preparar para os novos desafios que se aproximam.

O nosso grito de guerra...

Tenho lido por aí em alguns blogs, que greves de um dia não dão em nada, e que sendo assim não fazem greve etc, e que se devia era fazer uma greve por tempo indeterminado. Pois bem, eu pergunto: quantos de nós fariam uma greve dessas? Se numa greve de 2 dias houve gente que fez greve só 1 dia, porque perder 2 dias de salário era muito. Houve ainda quem não fizesse greve. Qual seria a percentagem da greve? 80% no primeiro dia, 70% no segundo 5% no quinto dia? Pois bem caros colegas, a greve faz-se sentir principalmente nos B.O, consultas externas, CS e era aí que devíamos fazer mossa. Para mim a estratégia ideal seria fazer uma greve nesses locais nunca inferior a 5 dias, em que parte dos custos monetários sofridos pelos enfermeiros grevistas, seriam cobertos por um fundo criado para o efeito pela OE e sindicatos e os restantes colegas poderiam eventualmente da um pequeno contributo. Acompanhando esta greve deveria haver manifestações de enfermeiros (empregados e desempregados!!) e estudantes de enfermagem. Na minha humilde opinião penso que esta seria a melhor estratégia. Para além de exigirmos uma remuneração justa como licenciados que somos, Enfermagem uma profissão penosa e de desgaste que é, temos que exigir entre outras coisas uma redução de horário ao longo da carreira, ou aumento progressivo de dias de férias ou uma compensação monetária. Há que chegar à velhice com um mínimo de qualidade de vida. Enfermeiro com mestrado por exemplo porquê não ganha mais? Não podemos centrar-nos meramente no vencimento. Caros colegas se não lutarmos por nós ninguém o vais fazer… Deixo aqui o grito de guerra para a próxima greve.




Enfermeiros e Governo «ainda sem acordo»


"A ronda negocial desta quarta-feira entre a Comissão Negociadora dos Sindicatos dos Enfermeiros e o Ministério da Saúde para debater a nova carreira foi inconclusiva, apesar destes profissionais registarem alguma «abertura» por parte da tutela.

«Houve por parte do Ministério da Saúde (MS) alguma abertura para a discussão de algumas matérias, ao nível da estrutura da carreira, que nós consideramos importantes para chegarmos a um entendimento», disse à Agência Lusa Pedro Frias, do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses.

Abertas «algumas perspectivas»

Apesar das posições enfermeiros e do Ministério da Saúde ainda estarem «muito distantes» e ter havido «pouca discussão em termos da aplicação da carreira», Pedro Frias afirmou que foram abertas «algumas perspectivas».

«O descontentamento dos enfermeiros relativamente à condução deste processo por parte do Ministério da Saúde provavelmente fez com que o MS percebesse que os enfermeiros estão mobilizados, descontentes e prontos a avançar para formas de luta e isso fez com que houvesse abertura de determinadas portas, mas ainda nada está concluído», acrescentou.

Foi marcada uma próxima reunião para o dia 27 de Abril, tendo ficado apontado que ambas as partes enviariam propostas para o projecto do decreto-lei, disse Pedro Frias à Lusa.

Os enfermeiros exigem uma carreira que regule as condições de trabalho de todos os enfermeiros do país, independentemente do vínculo, e uma carreira com uma única categoria." Fonte: IOL Diário


Afinal os sucessivos governos gostam e estão preocupados com os Enfermeiros...

Segundo um artigo publicado no Correio da Manhã:

"Promoções profissionais fazem mal à saúde

Os investigadores da Universidade de Warwick, no Reino Unido, concluíram que uma promoção profissional provoca mais 10 por cento de stress e reduz em 20 por cento o tempo para ir ao médico.
O objectivo dos investigadores do estudo era saber se una melhoria de estatuto profissional tornaria as pessoas mais felizes e saudáveis, em consequência da melhoria da auto-estima pessoal. Usando uma amostra de mil indivíduos, promovidos no seu trabalho entre 1991 e 2005, os investigadores concluíram que essa hipótese não se comprovava e que, antes pelo contrário, as suas ‘cobaias' demonstravam maior pressão psicológica.
'Obter promoção no trabalho não é tão fantástico como se poderia julgar', afirmou Chris Boyce, um dos autores do estudo. 'As nossas investigações mostram que a saúde mental dos chefes se deteriora tipicamente depois de serem promovidos (hum... isto bate certo para muitos casos...) e de um modo que vai além do curto prazo', especificou.
Para o investigador, 'não há sinais de melhoria de saúde, além de que diminui as visitas aos consultórios médicos, o que deve ser mais motivo de preocupação do que celebração'.
As conclusões do estudo contrariam, assim, a ideia generalizada de que a melhoria de estatuto profissional resulta directamente numa melhoria de saúde da pessoa, devido a um sentido acrescido de controlo da vida e de auto-estima."


Ora como Portugal é um país muito à frente em matéria de investigação, suspeito até que esta notícia tenha sido uma dica proveniente de alguma sapiência, deste cantinho de terra à beira mar Plantado. Uma vez que os Enfermeiros já são licenciados à vários anos e continuam a receber como bacharéis, daqui pode concluir-se que os sucessivos governos não têm estado a querer poupar dinheiro, muito menos a discriminar-nos, mas sim a proteger os Enfermeiros do stress e possíveis doenças que o aumento de salário e melhoria de condições de trabalho, daí poderiam advir. Peço então encarecidamente a todos os Enfermeiros que enviem uma pedido de desculpas por escrito, em papel timbrado e com selo branco, para todos os membros de governo incluindo a Srª Ministra da Saúde, a pedir desculpas pelos imensos incómodos que as nossas greves e lutas têm causado e a agradecer a qualidade de vida que nos têm proporcionado.


Desejo uma Boa Páscoa para todos



Últimas: Aprovado em Conselho de Ministros o MDP


"(...) 6. Proposta de Lei que procede à primeira alteração ao Estatuto da Ordem dos Enfermeiros, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 104/98 de 21 de Abril

Esta Proposta de Lei, a submeter à aprovação da Assembleia da República, vem introduzir alterações ao Estatuto da Ordem dos Enfermeiros, de modo a adequá-lo a novas exigências, redefinindo as condições de inscrição e aquisição de título de enfermeiro e enfermeiro especialista.
Em especial, é introduzido um período de exercício profissional tutelado para a atribuição do título definitivo de enfermeiro e regras para a atribuição do título de enfermeiro especialista.
Procede-se, também, à alteração da composição e das competências do Conselho de Enfermagem e são criadas comissões técnicas para o assessorar.
Prevêem-se, ainda, disposições transitórias com vista a facilitar a mudança para o actual sistema de admissão e atribuição de títulos profissionais, salvaguardando a possibilidade de opção a todos os alunos que se encontrem inscritos nos cursos de licenciatura em Enfermagem, antes da entrada em vigor da presente lei. Regula-se ainda o processo de atribuição do título de enfermeiro aos profissionais habilitados com cursos obtidos em países de língua oficial portuguesa. (..)" Fonte: Portal do Governo

É uma primeira vitória, mas ainda não ganhamos a guerra...

Caderno de Neurocirurgia para estágio


Uma vez que há pouca coisa na área de neurocirurgia para nós Enfermeiros (eu pelo menos senti muita dificuldade em encontrar matéria para ler), decidi fazer o upload e disponibilizar o link de um caderno de apontamentos, que acho bastante completo, mesmo para nós profissionais. Espero que seja útil. Para fazer o download basta clicar na imagem acima ou aqui: link.


Portugal no seu melhor... MESTRADO EM GESTÃO E MANUTENÇÃO DE CAMPOS DE GOLFE!!!



Recebi o seguinte e-mail, que gostaria de partilhar com todos:


Mestrado......


Diário da República, 2ª Série, nº51, 12 de Março de 2008


PORTUGAL NO SEU MELHOR

MESTRE EM GESTÃO E MANUTENÇÃO DE CAMPOS DE GOLFE

Diário da República, 2ª Série, nº51, 12 de Março de 2008

(Encontrado aqui e podem confirmar em
http://www.dre.pt/pdf2sdip/2008/03/051000000/1067010674.pdf

Leiam bem:

Mestrado em Gestão e Manutenção de Campos de Golfe

Não é curso profissional, nem licenciatura, é mestrado! O doutoramento
virá a seguir.

Na cauda da Europa, mas com todo o requinte - e com os nossos impostos. Isto só mesmo num país do 4º Mundo.
Deve haver um filho da p--- dum familiar qualquer do Sócrates encarregue a um campo de golf algures.
Meus amigos isto precisa de SANGUE e ONTEM (não já).
VOLUNTÁRIOS?


Rescaldo da Greve

"A greve dos enfermeiros, que durou dois dias e termina esta sexta-feira, teve uma adesão de entre 77 por cento, segundo o sindicato, e 64,5 por cento, segundo a Secretaria-Geral do Ministério da Saúde, refere a Lusa.

De acordo com um comunicado do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), que convocou a greve, além de alinharem na paralisação, cerca de 2.500 destes profissionais «participaram activamente nos espaços de indignação, com especial incidência em Vila Real, Porto e Coimbra».
Além disso, «interpelaram o primeiro-ministro em Faro e a ministra da Saúde em Guimarães».
Segundo o SEP, com a sua adesão, os enfermeiros «demonstraram que estão disponíveis para continuar a lutar nas moções que aprovaram».
A Comissão Negociadora Sindical (composta pelos Sindicato dos Enfermeiros Portugueses e Sindicato dos Enfermeiros da Região Autónoma da Madeira) espera agora que, na reunião com o Ministério da Saúde, agendada para dia 15, «se façam verdadeiros avanços no processo negocial e que o Ministério aceite algumas das principais reivindicações».
Em causa está a aplicação da nova carreira destes profissionais, o «impedimento do desenvolvimento de competências» e a «discriminação salarial» face a outros licenciados da Administração Pública.
Os enfermeiros lutam ainda pela «aprovação da alteração Estatutária da Ordem dos Enfermeiros pendurada no Conselho de Ministros desde Dezembro de 2008»." in Diário IOL


"A grande adesão dos enfermeiros à greve de quinta e sexta-feira fez adiar centenas de cirurgias e consultas em todo o País. No Centro Hospitalar de Lisboa Norte (Santa Maria e Pulido Valente) foram adiadas 143 operações em todos os serviços, excepto otorrinolaringologia, cirurgia plástica e neurocirurgia. As consultas de ortopedia realizaram-se, mas sem o apoio dos enfermeiros. “Pode ter havido médicos a fazer alguns tratamentos na ortopedia”, admitiu Graça Carneiro, directora-enfermeira.
No Amadora-Sintra não se realizou uma única das 80 cirurgias programadas. A maior parte dos hospitais optou por não divulgar dados sobre o número de operações adiadas.
Os sindicatos reclamam uma adesão de 80 por cento enquanto os números do Ministério da Saúde não vão além de 66 por cento.
Os últimos dados do Ministério da Saúde indicavam que, às 17h30, deviam trabalhar 21 423 profissionais, mas 14 335 fizeram greve, tendo trabalhado 7088. (...)

MÉDICOS FIZERAM ENFERMAGEM

Nos hospitais do Porto, apesar da evidente perturbação interna que a adesão dos enfermeiros à greve causou na rotina diária, foram feitos todos os esforços para que os utentes não fossem muito prejudicados. Daí resultou um aumento de trabalho pelos profissionais que não aderiram e também pelo facto de muitos médicos terem assumido alguns serviços que normalmente não fazem, desde pequenos tratamentos em consulta até à retirada de drenos a pacientes" in CM

Médicos a fazerem de Enfermeiros?? E porque não médicos a fazer de médicos que é realmente o que é preciso (não generalizando obviamente). O que a OE tem a dizer sobre isto? Ai se fosse ao contrário. E quando é que os colegas começam a fazer só os minimos em vez de fazerem tudo?

Parabéns aos Grevistas e manifestantes!

Hoje decorreram manifestações um pouco por todo o país. Na manifestação que decorreu em Lisboa (que tem mais de 10 mil enfermeiros), no hospital São José estavam cerca de 100 pessoas. Fiquei triste e contente ao mesmo tempo. Triste porque éramos poucos, contente porque pelos vistos não há desemprego no seio da nossa classe... Ficam aqui um vídeo e algumas fotos para recordar. Entretanto está marcada uma nova reunião entre os sindicatos e o ministério para dia 15.



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Ainda a greve....







Ministra critica greve dos enfermeiros


"A ministra da Saúde, Ana Jorge, lamentou esta quinta-feira a greve dos enfermeiros numa altura em que decorrem as negociações sobre as carreiras e assegurou que a tutela está «de boa fé» neste processo, informou a Lusa.
Ana Jorge, que falava aos jornalistas no final da cerimónia de tomada de posse dos 22 directores executivos dos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, escusou-se a comentar os níveis de adesão à greve que, segundo o sindicato, ronda os 75 a 95 por cento e, segundo dados da tutela, é de 58,62 por cento." Fonte: Diário IOL
Esta senhora anda a brincar com os Enfermeiros, só pode. É sempre a mesma convesa... Nós só queremos o que é nosso por direito, será pedir muito Srª Ministra?

Greve nas ilhas


"Greve: 78% dos enfermeiros aderiu esta manhã nos Açores

A greve de dois dias dos enfermeiros, que começou hoje, está a registar nos Açores uma adesão global de 78 por cento, afectando principalmente os hospitais e Centros de Saúde no arquipélago, segundo o sindicato que convocou o protesto.

Os enfermeiros, em greve desde as 08:00 da manhã, protestam contra a ausência de uma proposta reformulada do Ministério da Saúde para a reestruturação da carreira destes profissionais.

O dirigente da delegação do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses nos Açores, Francisco Branco, avançou à agência Lusa que dos 561 enfermeiros que deveriam estar a trabalhar esta manhã na Região, 435 aderiram à greve, o que representa uma adesão de 78 por cento.

Segundo o sindicalista, os blocos operatórios dos hospitais da Horta e Angra do Heroísmo estão encerrados e no hospital de Ponta Delgada estão ao serviço apenas sete dos 30 enfermeiros do turno da manhã neste serviço, pelo que só se poderão realizar operações de urgência.

Quanto aos centros de saúde a adesão é de 100 por cento nas ilhas de Santa Maria (Vila do Porto), São Jorge (Velas) e Graciosa (Santa Cruz), indicou." Fonte: DD


"Greve: 65% dos enfermeiros aderiu na Madeira - sindicato

Os primeiros dados sobre a adesão à greve dos enfermeiros na Madeira apontam para uma participação na ordem dos 65 por cento, disse à agência Lusa o responsável do sindicato na região.

Segundo Juan Carvalho, os dados parciais recolhidos até ao momento, indicam que em muitos centros de saúde a adesão é de 100 por cento, o mesmo acontecendo num dos hospitais da cidade, o dos Marmeleiros, onde nos três serviços de medicinas apenas estão assegurados os serviços mínimos exigidos por lei.

Santo António (Funchal), Madalena do Mar, Estreito de Câmara de Lobos, Jardim da Serra e S.Vicente são algumas das unidades de saúde onde a adesão dos enfermeiros foi total, segundo a mesma fonte.

O sindicato dos Enfermeiros ainda não dispõe dos números de adesão no Hospital Central do Funchal, mas «tudo indica que apenas estão assegurados também alguns serviços», mencionou.

«O apoio dos enfermeiros está a corresponder realmente às nossas expectativas, atendendo ao contexto de crise actual, a ser uma paralisação de dois dias e a não ser a primeira que estes profissionais de saúde fazem este ano», afirmou Juan Carvalho." Fonte DD


Estamos em Greve!!



"A adesão à greve dos enfermeiros, que se iniciou esta quinta-feira às 08:00, situa-se entre 75 e 95 por cento, segundo as primeiras informações recolhidas pelo Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, relativas a um terço das unidades de saúde, refere a Lusa.

No hospital de São José, em Lisboa, onde o dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP), José Carlos Martins, falou aos jornalistas, a adesão rondava os 97 por cento, embora os efeitos da greve não fossem muito visíveis.


Enfermeiros em greve condicionam serviços

«Não é muito visível porque os enfermeiros não podem abandonar os serviços. Tem mais impacto nos blocos operatórios e nos centros de saúde», adiantou o sindicalista.

Os dados recolhidos «serviço a serviço» em 41 das 109 unidades hospitalares «indiciam níveis de adesão superiores aos da greve anterior», afirmou José Carlos Martins, sublinhando a «profunda indignação dos enfermeiros em relação às propostas do Ministério da Saúde».

Em causa está a aplicação da nova carreira destes profissionais, o «impedimento do desenvolvimento de competências» e a discriminação salarial face a outros licenciados da administração pública.

Os enfermeiros prometem não baixar os braços e ameaçam com novas greves caso não haja uma maior aproximação da tutela às suas reivindicações.

Para hoje está convocada uma vigília frente à Administração Regional de Saúde e na sexta-feira devem realizar-se concentração em 22 pontos do país.

A greve que hoje começou às 08:00 abrange cinco turnos e decorre até sexta-feira.

O principal reflexo da greve deverá ser a paralisação dos serviços não urgentes nos hospitais e centros de saúde." Fonte TVI24h

Nova Proposta do Ministério da Saúde


A nova proposta do M.S. continua a ser um insulto para nós enfermeiros. É mais uma razão para fazermos greve dia 2 e 3 de Abril.

O governo entre outra coisas não pretende pretende aprovar o MDP.
“O MSaúde quanto mais pensa, PIORES SOLUÇÕES apresenta”.
Valorizamos a inerente ideia de não pretender “descategorizar” a área da Gestão. Contudo, a solução não tem
qualificação.
É INTOLERÁVEL que, na transição para a nova Carreira, os Enfermeiros não tenham a devida valorização
económica inerente à aquisição da Licenciatura (que outros já tiveram)." poderá consultar a nova proposta no site do SEP: link